Socorro negocia instalação de faculdade de medicina no município

Socorro negocia instalação de faculdade de medicina no município
A assinatura do termo de intenção aconteceu em maio (Foto: Prefeitura de Socorro)

A Prefeitura de Nossa Senhora do Socorro aguarda a aprovação do Ministério da Educação (MEC) para instalação da Faculdade de Tecnologia e Ciências (UNIFTC) no município. No mês de maio a Prefeitura assinou um termo de intenção para a possível instalação, processo que está bem avançado.

O termo foi assinado no dia 19 de maio e a faculdade está sendo instalada no Distrito Industrial de Socorro. “A UniFTC, faculdade de Salvador, está com um processo de implantação em Nossa Senhora de Socorro incialmente com curso de medicina. O prédio onde está sendo instalada fica no Distrito Industrial, as instalações internas estão praticamente prontas e a faculdade está na dependência da visita do MEC para fazer a aprovação do curso”, explica o Secretário de Indústria e Comércio de Socorro, Luiz Carlos Monteiro.

A visita do MEC, segundo o gestor, está programada para acontecer em outubro e o processo de instalação da faculdade está bem adiantado. “A faculdade já está com termos conveniados em 12 municípios ao redor de Socorro, o que é uma exigência do curso pelo MEC para implementação. Esse convênio é ligado ao SUS e os municípios já estão com os convênios assinados. Falta apenas a visita do MEC”, afirma.

Para o secretário, a instalação da faculdade de Medicina vai contribuir com o desenvolvimento do município. “Por se tratar de um curso demandado e de grande importância, isso traz um grande vetor de desenvolvimento para município e para seu entorno, especialmente para o setor do comércio e imobiliário, que serão os setores mais impactados positivamente. É um curso que atrai pessoas de todo o Brasil, isso fará com que Socorro desenvolva ainda mais, passe a buscar ter mais qualidade de vida e ter a oferta de segmentos diversos como lazer, entretenimento e restaurantes para poder receber esse público que está vindo”, conclui.

Fonte: Karla Pinheiro/Infonet